segunda-feira, 29 de junho de 2020

COVID-19: veja o que pode e o que não pode abrir em Belo Horizonte

COVID-19: veja o que pode e o que não pode abrir em Belo Horizonte

A partir da próxima segunda-feira, capital mineira volta à chamada 'Fase 0' do processo de reabertura do comércio, em que apenas serviços essenciais podem funcionar
A partir da próxima segunda-feira (29), Belo Horizonte volta à chamada ‘Fase 0’ do processo de reabertura do comércio em meio à pandemia da COVID-19. Decisão anunciada nesta sexta (26) pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD) permite que apenas os serviços essenciais funcionem na capital mineira e determina o fechamento de vários tipos de estabelecimento. Mas, afinal, o que pode e o que não pode abrir?

Poderão funcionar os seguintes estabelecimentos nesta que é chamada 'Fase Zero' do processo de reabertura:

Padaria - das 5h às 21h;
Comércio varejista de laticínios e frios, açougue, peixaria, hortifrutigranjeiros, minimercados, mercearias, armazéns, supermercados e hipermercados - das 7h às 21h;
Artigos farmacêuticos, artigos farmacêuticos com manipulação de fórmula, comércio varejista de artigos de óptica, artigos médicos e ortopédicos -sem restrição de horário;
Tintas, solventes, materiais para pintura, material elétrico e hidráulico, vidros, ferragem, madeireira e material de construção em geral -das 7h às 21h;
Combustíveis para veículos automotores e comércio varejista de gás liquefeito de petróleo (GLP) - sem restrição de horário
Comércio atacadista da cadeia de atividades do comércio varejista da fase de controle - das 5h às 17h
Agências bancárias, instituições de crédito seguro, capitalização, comércio e administração de valores mobiliários; casas lotéricas, agências de correio e telégrafo - sem restrição de horário
Comércio de medicamentos para animais - sem restrição de horário
Atividades de serviços e serviços de uso coletivo, exceto os especificados no art. 2º do Decreto nº 17.328, de 8 de abril de 2020 - sem restrição de horário
Atividades industriais - sem restrição de horário
Banca de jornais e revistas - sem restrição de horário

A regra atual para bares, restaurantes e lanchonetes continua em vigor. Esses tipos de estabelecimentos podem funcionar por delivery ou retirada no local.

 
A partir da próxima segunda-feira, ficam proibidos de abrir as portas todos os serviços que foram liberados a partir de 25 de maio,quando o processo de reabertura se iniciou.

Portanto, os seguintes serviços não poderão funcionar a partir da próxima segunda-feira:


Artigos de bomboniere e semelhantes
Artigos de iluminação
Artigos de cama, mesa e banho
Utensílios, móveis e equipamentos domésticos
Tecidos e armarinho
Artigos de tapeçaria, cortinas e persianas
Produtos de limpeza e conservação
Artigos de papelaria, livraria e fotográficos
Brinquedos e artigos recreativos
Bicicletas e triciclos, peças e acessórios
Cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal
Veículos automotores
Peças e acessórios para veículos automotores
Pneumáticos e câmaras de ar
Comércio atacadista da cadeia de comércio varejista da fase 1
Cabeleireiros, manicure e pedicure
Centros de comércio popular instituídos a qualquer tempo por Operações Urbanas visando à inclusão produtiva de camelôs
Artigos usados  
Artigos esportivos, de camping e afins
Calçados
Artigos de viagem
Artigos de joalheria
Souvenires, bijuterias e artesanatos
Plantas, flores e artigos para animais (exceto comércio de animais vivos)
Bebidas (sem consumo no local)
Instrumentos musicais e acessórios
Objetos de arte e decoração
Tabacaria, armamentos, lubrificantes

A decisão de Alexandre Kalil de retroceder no processo de reabertura do comércio se deve ao avanço do coronavírus em Belo Horizonte. Segundo boletim publicado nesta sexta pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), a capital tem 4.977 casos de COVID-19, dos quais 109 resultaram em mortes. A propagação da doença também fez crescer a demanda por internações na rede pública de saúde.

Fonte: Estado de Minas

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